A IMPORTÂNCIA DA

CONFIANÇA

Trust is like the air we breathe – when it’s present,

nobody really notices; when it’s absent,

everybody notices.”

 

Warren Buffet

Entre as oito emoções primárias do ser humano, segundo o psicólogo Robert Plutchick, a confiança é talvez a mais frágil. Ela é difícil de estabelecer, complicada de manter e muito fácil de quebrar.

A credibilidade dos agentes políticos, económicos, sociais e das instituições é cada vez mais posta em causa pelos cidadãos, face às práticas seguidas ou à ausência delas.

O desapontamento e a decepção levam, umas vezes ao alheamento, outras ao desespero ou à indignação.

No final de 2018, 12.000 assinantes da revista Selecções foram convidados a participar no inquérito que há dezanove anos pretende avaliar os níveis de confiança dos portugueses em diferentes realidades do nosso quotidiano, com um especial enfoque nas marcas que diariamente consumimos.

Indispensável em qualquer relação, na área dos negócios, a confiança revela-se como um dos mais complexos e valiosos ativos das empresas – ela consolida a relação com os clientes, contribui para o aumento das vendas e forma melhores líderes. Mas a confiança está debaixo de fogo na Europa e um pouco por todo o mundo, gerando instabilidade e insegurança.

A recuperação da confiança é um processo moroso que exige um grande investimento por parte dos diversos intervenientes. Uma prática consistente e transparente é crucial no seu restabelecimento.

MARCAS

DE CONFIANÇA

A confiança é um sentimento que facilita as relações. Assentando na previsibilidade do comportamento da outra parte, ela diminui as dúvidas e incertezas, podendo ser fortalecida ou debilitada, em função desse mesmo comportamento.

É assim que acontece também na relação entre consumidores e marcas que precisam de um trabalho constante para não defraudar as expetativas, demonstrando através de ações, e não de palavras, a sua preocupação relativamente àqueles que nelas crêem. Daí, a grande necessidade de se investir em confiança.

MARCA

DE CONFIANÇA  AMBIENTE

Em 2009 o Reader’s Digest passou a incluir no seu estudo anual a questão ambiental, pela importância e premência do tema.

Num mundo em que o avanço tecnológico se move a uma velocidade vertiginosa, proporcionando ao homem inegável conforto e bem-estar, há que abrandar e olhar para as consequências nefastas que tais benefícios podem arrastar consigo, na tentativa de as eliminar, evitar, ou minimizar.

CONFIANÇA

NAS PROFISSÕES

Uma das áreas do estudo que se manteve desde o primeiro momento, permite uma curiosa interpretação dos dados que, em diferentes momentos da realidade económica, social e política, se alteraram ou mantiveram.

Assim, e independentemente dos períodos mais conturbados ou de acalmia, o reconhecimento e a gratidão dedicados à nobre profissão de Bombeiro, é mais do que evidente: Ano após ano é a que recolhe a quase totalidade dos votos, tendo alcançado  dezassete vezes a primeira classificação, sempre com um índice de confiança acima dos 90%.

PERSONALIDADES

DE CONFIANÇA

Mais uma vez convidámos os nossos leitores a participar no grande questionário anual sobre Confiança.

Numa pergunta aberta, foi-lhes pedido para indicarem o nome da pessoa que, em cada área por nós apontada, deve merecer, na sua opinião, o título de ‘Personalidade de Confiança’, pelo contributo prestado à comunidade e engrandecimento da imagem do país.

O resultado das respostas espontâneas é o que apresentamos de seguida.

COMO SE VOTA

A CONFIANÇA

O estudo ‘Marcas de confiança’ que se realiza anualmente, desde 2001, nasceu da intenção de dar a conhecer às marcas, na primeira pessoa, a avaliação dos seus consumidores, relativamente a uma questão tão crucial, como é a da confiança.

Sendo a confiança parte essencial do ADN das Selecções, este foi um processo fácil e natural.

Hoje, este inquérito é, sem sombra de dúvida, uma referência no mercado nacional, quer para os consumidores, quer para as marcas, constituindo para estas uma valiosa ferramenta na definição das suas estratégias de marketing e comunicação.

A seleção da amostra é feita a partir da base de assinantes  da revista SELECÇÔES, de modo a refletir a população do país, nas variáveis género e idade, com um painel rotativo em cada ano.

Recorrendo a uma metodologia que, ela própria, confere um grau inequívoco de confiança, a pergunta aberta sobre a qual são eleitas todas as marcas, transmite de forma transparente a preferência dos inquiridos, sem influências ou sugestões condicionadoras das respostas.

A marca que ganha o selo de ‘Marca de Confiança’ é a que obtém o maior número de nomeações. Trata-se de um processo claro e de fácil resposta para todos os consumidores.